11 Setembro 2006
10 Setembro 2006
07 Setembro 2006
Posto de Turismo de V. N. de Famalicão
Há cerca de um ano atráz, por altura das eleições autárquicas (numa autentica acção eleitoralista) a Câmara Municipal lançou as obras de construção do Posto de Turismo.Mas isso não tem nada de estranho.

É um avultado investimento com dinheiros públicos que está sem utilidade com as obras paradas há meses.
É apenas mais um exemplo da gestão autarquica que temos em Vila Nova de Famalicão.
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06 Setembro 2006
Feira de Artesanato
Ontem, pouco antes de ir visitar a feira de Artesanato cá de V. N. de Famalicão li no jornal o descontentamento de Camilo de Lellis com a Câmara Municipal por causa da referida feira. Pelo que pude deduzir da crónica, estou mais tentado a concordar Camilo de Léllis, mas deixo sempre o benefício da dúvida. De qualquer modo, algo não vai bem na organização deste evento.
Mas vista a feira com atenção, a única coisa substancialmente diferente que encontrei foi o aumento do preço dos bilhetes e um ou outro artesão com novidades desde ano passado.
Pelo menos este ano ainda tivemos Feira de Artesanato, é que da maneira como anda a gestão autárquica cá da terra, corremos o risco de no próximo ano termos uma feira de artesanato exactamente igual à feira do livro deste ano.
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Pensamentos 9
"Somos escravos das leis para podermos ser livres."
(Marco Túlio Cícero)
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04 Setembro 2006
Passagem da Marcha por Famalicão
Reportagem apresentada no www.esquerda.net da sessão pública ontem na Biblioteca Camilo Castelo Branco.
Clique aqui para ver.
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Os efeitos da Marcha pelo Emprego
Ontem passou por Famalicão a Marcha pelo Emprego organizada pelo Bloco de Esquerda. Se mais nenhum efeito prático tiver esta iniciativa, conseguiu já um grande feito que é o de fazer agitar as consciências e provocar a inquietação de diversas entidades e pessoas para um problema que afecta mais de meio milhão de pessoas que estão no desemprego e muitas outras que tendo emprego sofrem com os efeitos da precariedade. Vejamos o facto de ser publicado nestes dias um estudo do IEFP dizendo que mais de 4 mil desempregados recusaram ofertas de emprego. Este facto foi amplamente divulgado pelos meios de comunicação social, parece que afinal o desemprego é causado pelos próprios desempregados….
Outro facto não menos estrategicamente publicado é um artigo de opinião em que se diz que a redução do horário de trabalho vai reduzir a produtividade proporcionalmente. Por esta forma de ver as coisas, agora teríamos quase metade da produtividade que tínhamos quando se trabalhava 10 horas por dia ou mais, incluindo sábados e domingos como em séculos passados acontecia. Só pode afirmar uma barbaridade dessas quem nunca trabalhou como trabalham muitas pessoas sob uma pressão constante ou quem nunca teve que soar a camisa (a sério) para ganhar o ordenado mínimo e com isso fazer sobreviver a sua família.
Mas pelos vistos cá por Famalicão também há felizardos que acham que o povo trabalha pouco e nas calmas, que vão somando asneiras desse género pela blogsfera, criticando quem tem a coragem de apresentar propostas concretas para resolver os grandes problemas daqueles que mais são sacrificados.
Felizmente ainda há pessoas de bom senso como uma pessoa (cá de Famalicão) de um outro partido que felicitou a iniciativa do Bloco de Esquerda. É que o desemprego não afecta apenas as pessoas dos partidos de esquerda, nem apenas os menos qualificados, nem apenas os mais pobres.
Na sessão pública ontem na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, podemos assistir ao apelo emocionado de alguns actores que apresentarem uma pequena peça de teatro e que referiram as injustiças que aquela profissão origina, desde o enquadramento, ao tipo de contribuições, à precariedade. Curiosamente, a comunicação social nacional não faz hoje referencia a esse sessão.
Esperemos que esta Marcha faça com que esses especialistas do contra nunca tenham que passar pelo drama do desemprego.
Há causas que deveriam ser entendidas como estando acima dos interesses partidários.
Por favor, identifiquem-se sempre ao fazer comentários.
Outro facto não menos estrategicamente publicado é um artigo de opinião em que se diz que a redução do horário de trabalho vai reduzir a produtividade proporcionalmente. Por esta forma de ver as coisas, agora teríamos quase metade da produtividade que tínhamos quando se trabalhava 10 horas por dia ou mais, incluindo sábados e domingos como em séculos passados acontecia. Só pode afirmar uma barbaridade dessas quem nunca trabalhou como trabalham muitas pessoas sob uma pressão constante ou quem nunca teve que soar a camisa (a sério) para ganhar o ordenado mínimo e com isso fazer sobreviver a sua família.
Mas pelos vistos cá por Famalicão também há felizardos que acham que o povo trabalha pouco e nas calmas, que vão somando asneiras desse género pela blogsfera, criticando quem tem a coragem de apresentar propostas concretas para resolver os grandes problemas daqueles que mais são sacrificados.
Felizmente ainda há pessoas de bom senso como uma pessoa (cá de Famalicão) de um outro partido que felicitou a iniciativa do Bloco de Esquerda. É que o desemprego não afecta apenas as pessoas dos partidos de esquerda, nem apenas os menos qualificados, nem apenas os mais pobres.
Na sessão pública ontem na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco, podemos assistir ao apelo emocionado de alguns actores que apresentarem uma pequena peça de teatro e que referiram as injustiças que aquela profissão origina, desde o enquadramento, ao tipo de contribuições, à precariedade. Curiosamente, a comunicação social nacional não faz hoje referencia a esse sessão.
Esperemos que esta Marcha faça com que esses especialistas do contra nunca tenham que passar pelo drama do desemprego.
Há causas que deveriam ser entendidas como estando acima dos interesses partidários.
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03 Setembro 2006
Nova Orleães um ano depois do Katrina.
Passou já um ano desde a passagem do foracão Katrina pela cidade de Nova Orleães, tendo deixado a cidade praticamente destruida. Das notícias agora apresentas pela comunicação social, cerca de metade da cidade continua ainda destruida, deserta e em alguns casos ainda com o lixo de há um ano atráz.
Então um país que gasta rios de dinheiro com guerras em várias partes do mundo, que apregoa tantos direitos não é capaz de reeguer uma cidade no seu país?
Certamente que se o presidente dos EUA fosse um(a) negro(a) a situação seria bem diferente.
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